Friday, December 16, 2005

CORRIDA VERÃO SALVADOR


No dia 18 de Dezembro, vamos dar a volta no Dique, pra comemorar a chegada do verão de Salvador.
Uma corrida que oferece opções para todos os tipos de atletas, profissionais e amantes do esporte.


1 volta – Iniciante
Se você esta começando a correr ou quer começar essa é sua
prova.


2 voltas – Intermediário
Pra quem esta no meio do caminho. Corredor em formação,
essa a distancia ideal pra você.


4 voltas – Principal
Essa é a categoria pra você atleta, profissional ou amador, que sempre esta buscando novos desafios.

Uma volta do percurso tem 3.000 metros.



O Percurso: Dique do Tororó


As águas do atual Dique do Tororó integram o represamento do Rio Lucaia, cuja foz encontra-se no bairro do Rio Vermelho, cobrindo no século XIII uma superfície que se estendia desde as proximidades do Campo Grande até as vizinhança do Forte do Barbalho.
Em meados do século XIX, no governo provincial de Soares Andréa e, posteriormente, no de Francisco Gonçalves Martins, foi construída a Rua da Vala (J. J. Seabra – Baixa dos Sapateiros), através da canalização do Rio das Tripas, no trecho compreendido entre o Primeiro Arco (dos três construídos pelo Conde dos Arcos no século XVII), mediante galeria subterrânea, e em canal aberto a partir deste local.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional por ser o único manancial natural em toda a cidade do Salvador, possui uma lagoa de 110 mil metros quadrados.
Espaço imperdível para os amantes do esporte, conta com pista de Cooper, raias para a prática do remo, decks para pesca, pier para pequenas embarcações, equipamentos de esporte e ginástica, playgrounds, além do Centro de Atividades e da Praça de Eventos. O Centro possui restaurantes e estacionamento com 150 vagas, enquanto a praça tem um palco flutuante para a realização de shows e espetáculos. No meio da lagoa, esculturas de diversos orixás feitas pelo artista Tatti Moreno complementam a beleza da região.
Muito mais do que cartão postal, o Dique do Tororó se firma como ponto de entretenimento para baianos e turistas. Durante todo o dia, a movimentação é intensa em busca de momentos de prazer e diversão.
Mesmos nos dias de frio, há quem não dispense as caminhadas.
São mais de 2.600 metros onde os Soteropolitanos fazem diversas atividades físicas. O Dique é um lugar mágico, além de um dos mais belos cartões postais é ponto de encontro para os amantes do esporte.


Fonte: www.corisaveraosalvador.com.br

Wednesday, December 14, 2005

Jóia do Barroco Reluz em Cairu


Marco da arquitetura religiosa barroca do Nordeste, o Convento de Santo Antônio de Cairu retoma a beleza dos dias de glória. Os elementos artísticos que compõem a longínqua história do local, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), acabam de ser restaurados pela equipe de José Dirson Argolo, um dos mais respeitados nomes da área. Após o trabalho minucioso, a comunidade de Cairu – cidade com cerca de 7 mil habitantes, na Costa do Dendê – e os turistas nacionais e estrangeiros podem conferir o esplendor de móveis, pinturas, imagens sacras e azulejaria portuguesa.


Fonte: www.atarde.com.br

Monday, December 12, 2005


Cinema, Aspirinas e Urubus


Cinema, Aspirinas e Urubus é o primeiro longa-metragem de Marcelo Gomes. O diretor conta que o argumento do filme surgiu de uma conversa com seu tio-avô Ranulpho Gomes, um paraibano que, nos anos 40, depois de enfrentar secas contínuas, decidiu migrar para o sudeste brasileiro, onde esperava encontrar uma perspectiva de vida melhor.
Em sua jornada, Ranulpho (o personagem do filme) conhece o alemão Johann, que também havia migrado, fugindo de seu país antes mesmo que este fosse consumido pela Segunda Guerra. Johann viaja pelo Brasil como caixeiro viajante, vendendo “a cura para todos os males”, a Aspirina. Em uma de suas viagens pelo sertão nordestino, seu caminho cruza com o de Ranulpho. É deste encontro, desta viagem, compartilhada por estes dois personagens, que nasce Cinema, Aspirinas e Urubus, um filme que retrata o cotidiano dessa experiência, os encontros com outros viajantes, as conversas, os perigos, as ameaças e, finalmente, a construção de uma amizade entre pessoas de culturas tão diferentes.
Rodado em 2003, no sertão brasileiro, o filme é uma obra em que todos os recursos empregados estão em função dos personagens, da fotografia aos diálogos, passando pela direção de arte e trilha sonora. "É um filme de personagens, em que a câmera, sempre na mão, está o tempo todo à disposição deles", explica Gomes.
Cinema, Aspirinas e Urubus possui várias nuances, que são, aos poucos, descobertas ao longo da narrativa. Por isso, é um filme que trata também do processo de modernização do Brasil, de sua participação na guerra, de sua política exclusivista, em que populações de áreas remotas e pobres são preteridas nos processos de modernização econômica. "Não é um filme sobre o sertão, sobre a seca. Estes elementos estão sempre como coadjuvantes, aparecem sempre da janela do caminhão que Johann dirige. A perspectiva é sempre de dentro para fora e não do sertão para o homem", afirma Gomes.
"Tudo em Urubus é contido, simples. A fotografia traduz o estranhamento e a cegueira que a luz do sertão provoca no alemão Johann. O mesmo tom de simplicidade é mantido na direção de arte, na atuação dos atores, nos planos longos. Tudo isso imprime uma verdade ao sentimento daqueles personagens”, explica Gomes.


JOÃO MIGUEL:

Cinema, Aspirinas e Urubus marca a estréia do ator baiano João Miguel como protagonista no cinema. Para ganhar o papel de Ranulpho, ele passou por testes com mais de 300 outros atores. Nesta época, João Miguel estava em cartaz com a peça O Bispo, sobre a vida e obra do artista Arthur Bispo do Rosário, e foi observado pelo diretor Marcelo Gomes.
Antes disso, o ator havia trabalhado por um ano e meio com o Grupo Piolim. E durante as filmagens pôde voltar a contracenar com atores do grupo, como os paraibanos Zezita e Nanego de Lira.
Atualmente, João Miguel continua em cartaz com O Bispo, que já foi visto por mais de 90 mil pessoas em todo o Brasil, e desenvolve o projeto de Pássaro, Flor e Qualquer Coisa que a Senhora Quiser, que irá dirigir.


Entrevista com João Miguel

Quem é Ranulpho?

Ranulpho é um sobrevivente. É alguém que não é submisso, não é vitimista e nem conformado. Ele quer ganhar o mundo. Ele aprende a se virar, apesar de não ter tido muitas oportunidades. Ele quer ser um cidadão. Tem de ultrapassar os limites, a condenação do lugar a que pertence. Ao mesmo tempo em que ele sente repulsa pelo que lhe é espelho, que rejeita parte de seu mundo, no qual ele não quer viver, ao longo de sua viagem, revê tudo isso e passa a enxergar o sertão e o sertanejo de outra forma. Ele é extremamente carismático, mas é humano. Tem seus defeitos, sua rabugice.

Como foi o processo de criação de Ranulpho? O fato de você ser um ator nordestino contribuiu para este trabalho?

Foi um processo intenso. Ranulpho pode ser definido como uma soma de vários sertanejos. Ele, assim como o filme, pode ser de qualquer lugar no sertão brasileiro. Não é um estereótipo, não é caricato. Como eu vivi na Paraíba por um ano e meio, trabalhando com atores paraibanos do grupo Piolim, e também viajei muito pelo nordeste, pude ter uma visão múltipla do povo do sertão. Está tudo em Ranulpho. Compô-lo foi dar veracidade à sua figura. E foi difícil porque eu estava há quatro anos fazendo O Bispo, um personagem totalmente diferente, envelhecido, que havia passado 60 anos em um hospício. Ranulpho é diferente, é jovem, quer ganhar o mundo. Tive um mês para incorporar sua personalidade. Neste mês ensaiei com o elenco, repassamos o filme todo. Mas este sertanejo, o Ranulpho, ganha força quando começamos a filmar.

Assim como você carrega a autenticidade de ser um ator nordestino interpretando um personagem nordestino, Peter Ketnath (Johann) é um ator alemão na pele de um alemão que se aventura pelo Brasil. Esta diferença natural entre vocês contribuiu para o trabalho?

Com certeza. Apesar de nossas diferenças não serem tão imensas quanto são no filme, nós tínhamos nossas particularidades e isso poder sentido. Mas soubemos tirar partido disso, principalmente o Marcelo, com seu olhar particular. Pudemos todos aprender mesmo um com o outro. Foi um processo muito gratificante. O desenho dos dois personagens é um registro de interpretações muito bem delineadas. A própria solidão de cada um faz com que nada neles seja caricatural.

O que mais o marcou em Cinema, Aspirinas e Urubus?

Para mim, o filme, sem perder a trajetória humana de cada personagem, constrói o viver de cada situação cotidiana e descobre a urgência que cada situação destas representa. É, em sua despretensão, um longa que tem muitas pretensões, como a de dar muitos recados. Recados sobre a questão das diferenças, das imposições históricas, o determinismo geográfico, como cada homem vê sua realidade. É um filme intimista, mas que trata de grandes questões. E é contemporâneo. Estas questões persistem até hoje.

Thursday, December 01, 2005


RIQUEZAS DO CURUZU
Através do corredor cultural, baianos e turistas têm contato com a culinária, artesanato e religião afro-brasileiros



"Quem é que sobe a Ladeira do Curuzu? E a coisa mais linda de se ver, é o Ilê Aiyê". Pode até ser a coisa mais linda, mas existem outras maravilhas para se ver, comer, comprar e conhecer na Ladeira do Curuzu. Quem vem da parte baixa da ladeira passa pelo Terreiro do Ilê Axé Jitolu, de Mãe Hilda, matriarca do Ilê, e leva na bagagem cultural um pouco das raízes do candomblé. Mais alguns passos e cai na casa de Dete Lima (Arte em Tecido), onde uma oferta de artigos bordados com representações dos orixás encanta até quem é da terra. Depois de tanto esforço para subir a ladeira íngreme, nada melhor que comer uma feijoada no restaurante Wa-jeum de Mainha e, de sobremesa, o arroz doce do Wa-jeum de Iaiá, uma lanchonete ao lado do restaurante. Respire, ainda está na metade do Corredor Cultural do Curuzu - uma iniciativa da comunidade que pretende valorizar e divulgar a diversidade cultural e étnica existente no local, apresentada à sociedade e aos patrocinadores anteontem.

Nada de descanso depois do almoço. É chegada a hora de conhecer mais do artesanato produzido na região. A menos de 50m do restaurante está a Fionga - Curuzu é o meu lugar - a casa de uma artista plástica que produz pintura em tela e vestidos de noiva feitos com fuxico (técnica artesanal de confecção). Após as compras, um espaço de beleza voltado para a estética afro-brasileira espera os visitantes. É o salão Gerusa das Tranças. Ainda na metade do corredor, uma diversidade de artesanato feito de miçangas, nas lojas Medida do Curuzu e no Patuá no Curuzu. Mais adiante, no Cheiro do Curuzu, perfume artesanal próprio para ambientes. Até o final do percurso tem mais outros 20 locais, que têm algo a oferecer aos visitantes.

Segundo Valdéria das Virgens, presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Curuzu (Amac), há oito anos, a comunidade tenta pôr em prática esse passeio cultural pelo Curuzu, mas somente agora, o Sebrae e a prefeitura se disponibilizaram a ajudar. "A nossa cultura está aqui, existe, nada é inventado. A idéia é dar visibilidade a nossa riqueza cultural, a tudo que temos para mostrar. Fazer com que turistas passem por aqui e percorram todos os pontos que têm algo a oferecer, é uma forma de valorizar a cultura e gerar renda para a comunidade", disse Valdéria. Dona Nilza das Virgens, 61 anos, do Wa-jeum de Iaiá (que fica na casa nº258, onde mora), prepara deliciosos quitutes, mingaus e arroz doce. Nascida e criada na Ladeira do Curuzu, ela diz que vender as iguarias, além de lhe trazer dinheiro, é uma forma de difusão da culinária afro.

Dona Nilza explica que as mucamas faziam esses tipos de comidas para agradar seus senhores feudais, mas mesmo depois de libertas continuavam fazendo e vendendo as iguarias com intuito de conseguir dinheiro para alforriar seus maridos. As mãos dela não são boas só para culinária, mas também para o artesanato de fuxico. Ela conta que é artesã há mais de 40 anos, mas nunca pensou em abrir um comércio e vender as peças que produz para tu-ristas. "Sempre fiz roupas para minhas meninas e para os vizinhos. Agora com essa idéia de corredor cultural, vou poder também vender as roupas", comemorou.


***

Vivência da história


O Curuzu localiza-se no centro da Liberdade, possui 16 terreiros de candomblé, diversas manifestações culturais, quatro entidades carnavalescas, entre elas o Ilê Aiyê, artistas plásticos, compositores e líderes religiosos consagrados nacionalmente. Suas crenças expressam-se notadamente pelos deuses orixás, pelos ícones, símbolos, formas e cores dos afro-baianos. O trabalho informal atinge 60% das atividades na Rua do Curuzu. A rua concentra diversos empreendimentos culturais. O dado é do primeiro Censo Empresarial de Bairros, realizado por meio de pesquisa nos meses de abril e maio deste ano pelo Sebrae.

Luciana Santana, líder do Projeto de Desenvolvimento dos Pequenos Empreendimentos Culturais, do Sebrae, explica que a idéia do Curuzu - Corredor Cultural da Liberdade é proporcionar a vivência da história, valores e a cultura afro-brasileira no seu berço. Segundo ela, o projeto tem como objetivo valorizar e divulgar a diversidade cultural e étnica existentes no bairro, tornando-se um destino turístico cultural que proporcione, através de pequenos negócios, o desenvolvimento sustentável da comunidade local.

"Criar um pólo turístico-cultural formado por um conjunto de atrativos que possibilite o desenvolvimento sustentável da comunidade local", explicou Luciana Santana. "Esse projeto busca profissionalizar o mercado cultural, por meio da qualificação e conscientização dos agentes de cultura e funcionará como um multiplicador de oportunidades, influenciando nos índices de crescimento da economia baiana", destaca Luciana. Participaram da apresentação do projeto o secretário da Reparação Social Gilmar Santiago e um representante da Secretaria de Desenvolvimento Social.


Fonte: Camila Vieira
www.correiodabahia.com.br

4° FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTISTAS DE RUA DA BAHIA



A Ponta do Humaitá e um dos lugares mais magicos e sugestivos da Bahia. Ja nos anos 2003 e 2004 o festival apresentou shows de rua neste lugar lindo, e este ano o ponto focal do Festival de Rua de Salvador sera la, na Cidade Baixa. Iniciando no horário do pôr do sol até noite profunda, a Ponta do Humaitá será animada de espetáculos de rua de vários tipos: música, mímica, magia, dança, artes plásticas entre outros....Os artistas que participam do evento se apresentam também em outra praças da capital baiana, tais como: Campo Grande, Aeroclube, Praça da Piedade e na Praça da Sé.
Na sua quarta edição, o Festival de Rua da Bahia viaja, pela primeira vez, para uma outra cidade do estado, Paulo Afonso. Este centro do eco-turismo baiano será contemplado com artistas de rua durante três dias, seguramente uma experiência especial para o povo de Paulo Afonso e uma oportunidade, para os artistas, de conhecer o fascinante interior da Bahia e interagir com o seu público simpático.

Este ano, o festival conta com a participação de 20 grupos, provenientes de dez países, em quatro continentes.

Fazer shows na rua, com apoio técnico mínimo ou até ausente, é uma forma artística de apresentar-se que vem a cada ano tornando-se mais conhecida no mundo inteiro. Não tem barreiras entre quem faz show e quem assiste, portas abertas para a magia da improvisação e da interação direta entre os artistas e os espectadores.
O artista apresenta o próprio espetáculo, pois o público lhe fornece a remuneração – no chapéu.


Fonte: Bernard M. Snyder/ Selma Santos
www.festivalderua.com

Thursday, November 24, 2005

Amores Bárbaros volta ao Teatro Sesc-Senac


A poesia musicada dos anos 70, a ilusão perdida, a luta pelo amor, a contracultura. A peça Amores Bárbaros faz uma releitura dos elementos desse período, quando o grupo Os Doces Bárbaros, formado pro Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa e Gilberto Gil, foram um dos símbolos mais representativos. Segundo o diretor Elísio Lopes Jr, a revolução cultural vivida por aquela geração é transportada para a realidade de personagens contemporâneos. A peça volta a ser encenada de 3 de novembro a 4 de dezembro no Teatro Sesc-Senac, no Pelourinho, sempre de quinta a domingo às 20h. O valor do ingresso é R$ 10 (inteira)

"A teatralidade dos Doces Bárbaros me interessou muito, mas o grande desafio foi dirigir pela primeira vez, meu próprio texto", disse Elísio. Em cena estão seis jovens amigos, interpretados por Vitório Emanuel, Eduardo Scaldaferri, Adelena Rios, Bernardo Del Rey, Cristiane Veiga e os estreantes Sandro Rangel e Luciana Comin. Cada um vive uma relação amorosa ao som de clássicos (interpretados ao vivo) que marcaram a época. Entre as canções destacam-se Esotérico, Fé Cega Faca Amolada, Pé Quente e Nós, por Exemplo.

Elísio ressalta que não se trata de uma biografia e que teve o cuidado de não repetir comportamentos de uma época, para não arriscar fazer um trabalho nostálgico. “Meu objetivo foi dar uma leitura para os elementos da época, como por exemplo a luta pela liberdade estética e a ruptura de padrões sociais vigentes”, declarou.

Amores Bárbaros tem direção musical de Paulinho Oliveira e coreografia de Zebrinha. A preparação vocal é de Rafael Haggtef e os figurinos são de Rodnei Costa e Olivan Ribeiro. Márcia Lopes assina o cenário e Fábio Espírito Santo a iluminação.


Fonte: www.jornaldamidia.com.br

IV QUINTAL CULTURAL


Em sua quarta edição, o projeto Quintal Cultural tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências entre os estudantes dos cursos de artes e cultura da UFBA e mostrar o produto de seus trabalhos de ambiente acadêmico à sociedade baiana, incentivando, assim, a diversidade cultural da cidade.
Vem sendo realizado desde 2004, como produto dos alunos da disciplina Oficina de Produção Cultural do curso de Produção Cultural da Faculdade de Comunicação da UFBA. A 1ª edição do projeto aconteceu no campus de Ondina da UFBA, já a 2ª no Teatro Sesi - Rio Vermelho, e a 3ª edição do evento teve como cenário o Parque Costa Azul. Todas realizações superando expectativas e obtendo ótimo resultado.
O projeto visa atender a uma demanda social na área de arte e cultura em Salvador, reforçando, ainda, o papel da Universidade como difusora de ambas, e promovendo maior integração com a sociedade baiana.
Contará com um formato em quatro noites em que serão reunidas linguagens e atrações as mais diversas, divulgando a produção artística e cultural dos estudantes da UFBA. Serão apresentados trabalhos de alunos das faculdades de Dança, Música, Teatro, Letras, Belas-Artes e Comunicação que poderão ser vistos nos dias 07, 14, 21 e 28 de novembro no Sesi - Rio Vermelho, a partir das 18:30h.

Fonte: www.quintalcultural.ufba.br

Monday, November 21, 2005

Festival Imagem em 5 Minutos 2005:


As inscrições para o festival deste ano já passou, mas a mostra dos vídeos selecionados acontece entre os dias 12 e 17 de dezembro, nas salas Walter da Silveira e Alexandre Robatto na Biblioteca Pública dos Barris. Realizado pela Fundação Cultural do Estado Bahia (FUNCEB), o festival concede, este ano, quatro prêmios no valor de 4.500 reais cada. Além do Prêmio Melhor Vídeo de Jovem Realizador, valtado aos participantes de até 23 anos.

Maiores informações pelo site www.5minutos.ba.gov.br
Tel.: 3116-8100

Friday, November 18, 2005

“O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo
O corpo morto de Deus
Vivo e desnudo”
(Fernando Pessoa)


Fogo Possesso

Está em cartaz, no Teatro ICBA, a peça Fogo Possesso de Adelice Souza. O espetáculo trabalha à luz de mitos ocidentais para falar dos desejos e das paixões do homem. Fogo Possesso foi uma das peças contempladas, este ano, com o Prêmio Estímulo a Montagens de Espetáculos de Médio Porte nas Áreas de Teatro e Dança, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e levou também o Prêmio Préa de Dramaturgia (RN) de melhor texto.

Espetáculo: Fogo Possesso
Local: Teatro ICBA
Horário: De Quarta a Sábado, às 20:30



Carros de corrida invadem o Comércio sábado

Começa neste sábado (19) a movimentação de carros de corrida no circuito de rua montado no bairro do Comércio, em Salvador, onde serão disputadas a 12ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Renault e da 8a da Copa Clio. A partir das 8h, acontece o primeiro treino livre das duas modalidades automobilística, com a realização da vistoria técnica. No início da tarde, estão programados dois treinos oficiais das equipes e, no final do dia, a etapa classificatória de treino. Os pilotos percorrerão um trajeto de 2,6 Km, integrado pela Avenida da Contorno, Praça Cayru, Avenida da França, ruas Argentina e Bélgica, avenidas Estados Unidos e Miguel Calmon. No ponto mais veloz do circuito, na Avenida França, os carros podem chegar a 200 Km por hora.
No domingo (20), a 8ª Copa Clio abrirá o circuito com a largada prevista às 10 horas, com chegada prevista para às 10h40. A cantora Margareth Menezes se encarregará de brindar a abertura, às 9h30 horas, cantando o Hino Nacional, em frente à igreja da Conceição da Praia. Enquanto não começa a 12a Etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Renault, o público poderá assistir ao show de motociclismo com Jorge Negrete, campeão brasileiro de motocross e especialista em manobras radicais. Às 11h35, os pilotos desta modalidade darão a volta de apresentação na pista, com largada, às 12h03, e chegada prevista para as 12h43.
Fonte: www.ibahia.com